Déborah Oliveira foi achada morta com sinais de estrangulamento, em Itajubá (MG).A Justiça renovou por mais 30 dias a prisão temporária do morador de rua suspeito de matar a universitária Déborah Oliveira, de 18 anos, em Itajubá, no sul de Minas. O pedido foi feito pelo delegado responsável pelo caso, Pedro Bezerra. Bezerra alegou ainda que aguarda o resultado de exames periciais para concluir as investigações. O homem, que não teve a identidade revelada pela Polícia Civil, está detido em uma cela individual do presídio do município desde o dia 20 de agosto. Ele foi encontrado horas depois de o corpo da estudante ser achado com sinais de estrangulamento e abuso sexual em uma construção. O andarilho estava há cerca de 800m do local e, dentro da mochila que ele carregava, havia duas peças de roupa íntima feminina. O laudo preliminar feito no corpo de Déborah apontou que a estudante foi morta entre 22h e 23h, pouco tempo depois de deixar a Unifei (Universidade Federal de Itajubá), onde cursava Sistemas de Informação. Foram pedidos exames de DNA pra comprovar se ela foi ou não estuprada.Entenda o crime:Déborah passou quase 24 horas desaparecida depois de sair da Unifei (Universidade Federal de Itajubá) no dia 13 de agosto. Ela deixou o campus antes do fim da aula, alegando estar gripada e com muito frio. Na noite de quinta-feira (14), o corpo da jovem foi encontrado na alameda Boa Esperança, via que faz ligação entre os bairros BPS e Morro Chic. O local é considerado perigoso. Funcionários da universidade chegam a recomendar que os estudantes não passassem sozinhos pela alameda, que é isolada e com pouca movimentação durante a noite. As últimas imagens de Déborah viva foram filmadas por câmeras de segurança, que mostram ela se aproximando da via, por volta de 21h15.

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