Mauro Nacif ressalta que não há provas de violência sexual da jovem morta em 2011.O advogado de defesa de Sandro Dota, Mauro Nacif, não vê possibilidade de o júri ser cancelado mais uma vez. Em julho, a Justiça cancelou o julgamento do acusado de matar Bianca Consoli. Na ocasião, o motoboy desistiu de manter seu advogado e o júri foi dissolvido. Nacif descarta a hipótese de Dota destituir a defesa mais uma vez. — Sandro Dota confessou com todas as letras. Chorou, inclusive. Pediu perdão para a família. Mas quanto ao homicídio, não ao estupro. O segundo dia do julgamento, que ocorre no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, começou por volta das 10h40 desta terça-feira (17). A expectativa é que o júri termine ainda nesta terça. No último dia do júri, mãe de Bianca Consoli diz confiar na condenação de Sandro Dota A defesa do réu tenta emplacar a tese de homicídio qualificado privilegiado, isto é, a morte seria uma resposta a uma ofensa da vítima. Nesta segunda-feira (16), Dota disse no tribunal que estava cansado das constantes humilhações que sofria de Bianca. Nacif não sabe se esta estratégia de defesa vai ser bem-sucedida. — O homicídio privilegiado, nós vamos tentar. Ele diz que ela [Bianca] o ofendeu, humilhou, quando começou a agredi-la. Mas o homicídio privilegiado é uma tese difícil. Não estou muito esperançoso.Em relação ao estupro de Bianca, o advogado destaca que não houve o crime porque não há provas. — Não havia condições de estupro. O estupro é uma fantasia.

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