Estádio de Manaus, porém, segue com as obras menos avançadas entre os palcos da Copa 2014. Um dos destaques dessa nova etapa é a montagem das estruturas metálicas que darão sustentação ao cesto de palha que inspira o projeto arquitetônico do edifício. Os banheiros já entraram em fase de acabamento, enquanto os camarotes dos setores sul e leste já recebem os pisos em porcelanato. Dutos de ar-condicionado, instalações elétricas e outros cabeamentos também já estão sendo providenciados. No entanto, mesmo com o ritmo mais acelerado, a Arena da Amazônia ainda é o estádio mais atrasado. Em junho, segundo o Comitê Organizador Local (COL), a Arena da Baixada era a segunda com mais obras a concluir, e tinha a mesma porcentagem que o estádio de Manaus atingiu hoje, final de julho. Os dados mais recentes do palco curitibano, fornecidos pelo Atlético-PR, dão 71,43% de conclusão no início deste mês. Em Curitiba, foi concluída nesta quarta-feira a demolição do primeiros dos quatro prédios que darão lugar ao setor sete da Arena da Baixada. Além das arquibancadas que aumentarão a capacidade de público do estádio paranaense, os imóveis pertencentes à União Federal e de uso do Exército Brasileiro darão lugar a lojas comerciais e, na laje superior, terá a ampliação da entrada de público.

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