domingo, 4 de agosto de 2013

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Mães colombianas buscam justiça após ingerir anticoncepcionais falsos

Durante vários meses, elas receberam injeções sem nenhum poder contraceptivo. Um grupo de 50 mães de classe baixa da cidade colombiana de Arauca, na fronteira com a Venezuela, realizam uma cruzada na busca de justiça por terem engravidado depois de participar de um programa oficial de planejamento familiar com anticoncepcionais falsificados. Durante vários meses em 2008 as mulheres receberam injeções de um anticoncepcional que pensavam ser o Nofertyl, mas que, na verdade, era uma substância sem nenhum poder contraceptivo e ainda desconhecida por elas, cinco anos depois do tratamento. As mulheres, que formaram a Associação de Mães Vítimas da Falsificação de Remédios de Arauca como plataforma de luta, consideram uma conquista a acusação da promotoria contra um suposto integrante da rede que vendeu as doses fraudulentas de Nofertyl à clinica Jaime Alvarado y Castilla. — Nós aplaudimos o fato de, apesar de quase cinco anos depois, começarem a ser vistos os resultados, se provar que dissemos a verdade - que nos deram remédios falsos e que há culpados disso. Disse à Agência Efe a representante da associação Paula Andrea Cubillos.



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