Divisão de Homicídios ouve policiais militares da UPP da Rocinha nesta segunda-feira. Por que as câmeras de segurança não gravaram a saída de Amarildo da UPP da Rocinha? Por que o GPS da viatura que o levou para a UPP estava desativado? De quem era o suposto corpo que traficantes teriam colocado em um caminhão de lixo? A partir desta segunda-feira (5), o delegado Rivaldo Barbosa pretende intensificar a busca por estas respostas, fundamentais para explicar o sumiço de Amarildo Dias de Souza. Policiais militares da UPP da Rocinha, na zona sul do Rio, prestarão novos depoimentos. O drama da família do pedreiro, que já dura 22 dias, se transformou em uma das principais pautas em manifestações de rua no Rio e em São Paulo. Na internet, o assunto se tornou um “viral”.

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